quarta-feira, 23 de novembro de 2016

DIA DO MÚSICO





















DIA DO MÚSICO
        
           Edmílson Martins e Maria José Martins
           22/11/2016
                                                       “Minha terra tem palmeiras,
                                                        Onde canta o sabiá;
                                                        As aves, que aqui gorjeiam
                                                        Não gorjeiam como lá”. (Gonçalves Dias)
Perguntando ao sabiá
Que cantava na mangueira:
Amiga, o que é que há?
Por que cantas tão festeira?

Respondeu-nos bem fagueira:
“Dia do músico, amigos
Por isso canto faceira.
Por que não cantam comigo?

A amiga santa Cecília
A padroeira querida
Muito cantou em vigília
Resistindo pela vida.

Venceu a morte cantando
Não se entregou ao tirano
Resistiu cantarolando
Ao imperador romano”.

Na mangueira do quintal
Outros pássaros cantavam
Parecendo festival
As músicas entoavam.

E diziam nos cantares:
“Vivam os compositores
Nas árvores e nos ares
Sejamos sempre cantores.

O músico é parceiro
De Deus nosso criador
E o músico brasileiro
Faz música com amor.

Cantar, cantar, sem parar
E oxigenar a vida
Música saborear
Como se fosse comida”.

Essas são belas lições
Dos pássaros do quintal
Que com muita animação
Continuam festival.






FÁBRICA DE BANDIDOS


















FÁBRICA DE BANDIDOS
                          Edmílson Martins
                          Nov.2016
Tem roubo na Petrobrás
Esquema de mensalão
Tem políticos bandidos
E parceiros de ladrão
Tem sistema corruptor
Que contagia a nação.

Existem muitos inquéritos
Para apurar corrupção
E todo dia a polícia
Descobre mais um ladrão
Porém só prende peixinhos
Deixa solto tubarão.

As cadeias estão lotadas
Muita gente na prisão
E cada dia que passa
Mais aparece ladrão
Há fábrica de bandidos
Essa é a explicação.

Sempre aparece mais um
Roubando, metendo a mão
Tirando o que é dos outros
E dinheiro da nação
Prendem uns, mas surgem outros
Da fábrica do barão.

Um fabricante maligno
Que produz a corrupção
Nunca é investigado
E está sempre em ação
Chama-se capitalismo
Donde vem a podridão.

Esse tal capitalismo
É um sujeito safado
Corrompe governador
Senador e deputado
Vereador e prefeito
Sem deixar povo de lado.

Contamina presidente
E poder judiciário
Degenerando advogados
Chama o povo de otário
Faz sucumbir a nação
Com proceder ordinário.

É um sistema perverso
Que só vê no ser humano
Produção, consumo e lucro
Provocando desengano.
É também muito corrupto
Mantido pelos tiranos.

Como Sodoma e Gomorra
Esse sistema demente
Repleto de iniquidades
Prejudica toda a gente
Precisa ser destruído
Pois é muito prepotente.

Tentou Jesus no deserto
Oferecendo poder
Quis seduzir o bom Mestre
Com o seu mal proceder
Tudo com o objetivo
De o bom povo corromper.

Por isso, é bom saber
Pra nunca se enganar
Que não basta só polícia
Pra corrupção terminar
É preciso fechar fábrica
Pra ladrão não fabricar.

Não resolve juiz Moro
Nem Polícia Federal
Enquanto não se extirpar
A causa de todo o mal:
O poderio asqueroso
Dos donos do capital.






MAURÍCIO QUASE CINQUENTENÁRIO






MAURICIO QUASE CINQUENTÁRIO
                Edmílson e Maria José (pais)
                 Rio, 15 de novembro de 2016
Neste quinze de novembro
Nasceu um grande poeta
Cantador de coisas belas
Pensador de linha reta
Escritor de bons poemas
Sendo nas letras atleta.

É o Maurício Martins
O poeta destes versos
Que sabe ser escritor
Usando termos diversos
Constrói poemas e crônicas
Fazendo muitos sucessos.

No hospital da Lagoa
Nasceu Maurício cantando
Os médicos se espantaram
Porque não nasceu chorando
É que surgiu um cantor
E cantor chora cantando.

Maurício dileto filho
Você tá de parabéns
Pois quase cinquentenário
Sempre faz o que convém
Desenvolve com firmeza
Os seus dons fazendo o bem.

Este seu aniversário
Cheio de encanto e beleza
Seja sempre o reinício
De um viver com grandeza
Que a força de São Miguel
Seja sua fortaleza.

domingo, 13 de novembro de 2016