Edmílson Martins de Oliveira
Rio de Janeiro, agosto de 2026
São nossos anjos da guarda
Essas doces criaturas
Que nos tratam com carinho
E muita graça e ternura
Acordam de madrugada
Nos atendem com brandura
Maria José pra elas
Não é simples paciente
Mas um ser humano e amiga
Não é simplesmente carente
Com ela são carinhosas
Cuidadosas e prudentes
Para cuidar dia e noite
Elas chegam bem cedinho
Ao lado da cama dela
Se colocam com carinho
Esperando-a despertar
Sem pressa, devagarinho
Quando ela vai acordando
Cumprimento afetuoso
Preparando-a para o banho
De modo meigo e amoroso
Depois fazem o café
Muito completo e gostoso
Essas moças cuidadoras
São sensíveis e humanas
E posso dizer sem erro
Seguras e soberanas
Tratam Maria José
Com fineza franciscana
Essas mulheres fantásticas
São musas inspiradoras
Transmitem muita doçura
E intuição criadora
Deixando para o poeta
Impressão encantadora
E tem a moça da limpeza
Igualmente fascinante
Que faz tudo com carinho
Com doçura cativante
Faz comida saborosa
Na cozinha é brilhante